
A lei do tabaco entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2008. Ainda com curto espaço de tempo desde a sua efectiva implementação, as dúvidas e incertezas são ainda muitas quer para os cidadãos como para os próprios responsáveis pelos estabelecimentos.
A lei tem sido acatada pela grande maioria, porém há ainda aqueles que não a fazem cumprir dentro das instalações colectivas de que são responsáveis.
Neste sentido fomos procurar respostas que pudessem dar-nos uma visão mais correcta e alargada da forma como a lei tem sido encarada nos espaços comerciais próximos à Universidade do Minho.
Numa pasteleria com selo azul, procuramos falar junto do responsável, mas tal não foi possível pois ninguém estava interessado em dar entrevista.
Num dos cafés onde a proibição tem sido cumprida, o proprietário José Dias afirmou que se o negócio corresse mal por causa desta nova lei, despediria os empregados. Até ao momento nenhuma entidade compareceu no seu espaço para fazer qualquer tipo de inspecção ou averiguação ressalvando que as próprias entidades reguladoras, em concreto, a Polícia de Segurança Pública (PSP), não sabem como actuar em caso de incumprimento da lei.
Perante este cenário de incerteza, José Dias refere que apenas procurou informar-se do preço dos extractores com vista à sua possível instalação.
Quando questionado sobre as vantagens e inconvenientes desta nova lei, acredita não saber até que ponto esta foi benéfica ao negócio.
Num outro estabelecimento, a funcionária Fátima Barros diz estar de acordo com a proibição anti-tabaco, frisando que aparentemente não houve qualquer tipo de alteração à clientela habitual.
O estabelecimento sofreu obras para que se possa fumar dentro das instalações, embora diga não saber o tipo de documento ou suporte no qual se basearam. Mostrou-se tranquila quanto ao cumprimento da lei, até porque o espaço foi já vistoriado por funcionários camarários.
Diana Carvalho, estudante da academia minhota assume-se como não fumadora. Concorda como a nova lei agradando-lhe o facto de chegar a casa sem o odor a tabaco no vestuário. Embora opte por espaços onde seja proibido fumar, continua a frequentar os mesmos sítios, independentemente de terem ou não aderido à lei.
Volvidos que estão dois meses desde a sua aplicação, as opiniões observadas demostram ainda falta de informação, evidenciada pelas reacções recolhidas. Neste sentido continua a ser importante um esclarecimento sobre o assunto por parte das autoridades competentes.
A lei tem sido acatada pela grande maioria, porém há ainda aqueles que não a fazem cumprir dentro das instalações colectivas de que são responsáveis.
Neste sentido fomos procurar respostas que pudessem dar-nos uma visão mais correcta e alargada da forma como a lei tem sido encarada nos espaços comerciais próximos à Universidade do Minho.
Numa pasteleria com selo azul, procuramos falar junto do responsável, mas tal não foi possível pois ninguém estava interessado em dar entrevista.
Num dos cafés onde a proibição tem sido cumprida, o proprietário José Dias afirmou que se o negócio corresse mal por causa desta nova lei, despediria os empregados. Até ao momento nenhuma entidade compareceu no seu espaço para fazer qualquer tipo de inspecção ou averiguação ressalvando que as próprias entidades reguladoras, em concreto, a Polícia de Segurança Pública (PSP), não sabem como actuar em caso de incumprimento da lei.
Perante este cenário de incerteza, José Dias refere que apenas procurou informar-se do preço dos extractores com vista à sua possível instalação.
Quando questionado sobre as vantagens e inconvenientes desta nova lei, acredita não saber até que ponto esta foi benéfica ao negócio.
Num outro estabelecimento, a funcionária Fátima Barros diz estar de acordo com a proibição anti-tabaco, frisando que aparentemente não houve qualquer tipo de alteração à clientela habitual.
O estabelecimento sofreu obras para que se possa fumar dentro das instalações, embora diga não saber o tipo de documento ou suporte no qual se basearam. Mostrou-se tranquila quanto ao cumprimento da lei, até porque o espaço foi já vistoriado por funcionários camarários.
Diana Carvalho, estudante da academia minhota assume-se como não fumadora. Concorda como a nova lei agradando-lhe o facto de chegar a casa sem o odor a tabaco no vestuário. Embora opte por espaços onde seja proibido fumar, continua a frequentar os mesmos sítios, independentemente de terem ou não aderido à lei.
Volvidos que estão dois meses desde a sua aplicação, as opiniões observadas demostram ainda falta de informação, evidenciada pelas reacções recolhidas. Neste sentido continua a ser importante um esclarecimento sobre o assunto por parte das autoridades competentes.
1 comentário:
Olá. O texto está bem escrito, no entanto, o material que apuraram poderia ser melhor explorado. Vocês conseguiram uma informação interessante, sobre as dúvidas dos comerciantes a respeito do tipo de extractores que devem instalar. Poderia ser um bom mote. Além disso, o título no ciberjornalismo, além de conter palavras-chaves, deve ser apelativo, para chamar o leitor à notícia. Como fizeram algo genérico, sem um tema apelativo em destaque, não tinham um bom título. Outro detalhe que observei é que publicaram uma informação desnecessária, quando disseram que tiveram num café mas não conseguiram falar com o proprietário. Isso é irrelevante. Quando forem escrever uma reportagem lembrem-se sempre que temos que ter um facto novo, interessante, que se destaca dos outros. Mas estão no caminho certo.
Abraço
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